segunda-feira, 14 de junho de 2010

Conclusão

Ao falarmos de ecologia, não atraímos tanto interesse das pessoas, trazemos isso de uma herança que carregamos, não temos uma educação onde mostra a importância desse tema, colocando para últimos planos esse assunto tendo em mente sempre objetiva “mais importante”.
Aqui procuramos mostra com informações básicas como esta o andamento do nosso ambiente, da gravidade de situações que ocorre. Sempre generalizamos as informações a esse respeito e ao focarmos em uma entrevista ou um caso, percebemos a gravidade da situação a maldade do ser humano sem limites e o que estamos fazendo a nós mesmos ao não dar valor a esse assunto.
Sabemos que não faremos milagres e abriremos as cabeças das pessoas para entender o assunto, se nem ao menos ONGS grandes o fazem, mas tentamos
junto mostrar como é lindo o que temos e como somos ignorantes ao apoiar pessoas onde não conhecemos as consequências do ato.
Tentamos mostrar coisa que ficarão no passado, extinções que não conhecemos, e a diferença que seria se esses seres existissem.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Atenção!



"Quando a última árvore tiver caído,
Quando o último rio tiver secado,
Quando o último peixe for pescado,
Vocês vão entender que dinheiro não se come!"




.



GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil . Acesso em:10 de junho 2010

Fauna e Flora

Sempre que ouvimos ou lemos a expressão Meio Ambiente nos vêm à mente imagens da floresta amazônica ou do oceano, de espécies em risco de extinção, de fábricas poluidoras. Mas não mudaria sua forma de pensar o mundo que o cerca se você soubesse que no momento que lê este artigo (sentado em frente ao computador no seu quarto, no escritório, na faculdade) você está inserido em um meio ambiente?
Esta idéia de meio ambiente como sinônimo de natureza é apenas um dos aspectos do Meio Ambiente, hoje definido como meio ambiente natural. O chamado meio ambiente natural, ou físico, engloba ar, água, solo, subsolo, flora e fauna. Talvez seja o primeiro do qual nos recordamos por sua condição primordial: a ausência de preservação ou de utilização racional dos recursos ambientais de nosso planeta pode trazer conseqüências catastróficas. Cenários antes apenas imaginados em filmes futuristas de gosto duvidoso, com a Terra transformada em um imenso deserto e pessoas travando lutas mortais pelas fontes de água, agora se tornaram preocupação patente para a Organização das Nações Unidas (ONU) com a diminuição dos níveis de água potável, através da ocupação das áreas de mananciais e da poluição dos reservatórios existentes. A consciência ambiental e o controle governamental aliados ao apoio da população podem, todavia, adiar ou mesmo contornar este e outros reveses sofridos por nossos rios, matas, fauna etc.
Ao lado do meio ambiente natural, temos o meio ambiente construído, ou artificial, aquele produzido pela ação do homem ao transformar a natureza: as cidades. Há cidades que nos parecem limpas, arborizadas, bonitas, pois tiveram seu crescimento planejado, e outras, que ao crescerem desordenadamente, levam-nos a pensar que seus prédios se acotovelam por uma beira na calçada. A planejada ocupação do solo urbano, determinando as limitações ao direito de construir, informa como a cidade irá crescer e para onde, como fluirá o trânsito, onde estarão localizadas as áreas verdes para o lazer tão necessário a seus habitantes. Um meio ambiente construído sadio contribui para o bem estar da população que ali vive; e, ao contrário, um meio ambiente artificial hostil gera não apenas sensação de angústia em seus habitantes como também termina por levar ao abandono e descaso e, não rara vezes, à agressão para com o espaço público.
O patrimônio cultural de um povo constitui-se em seu meio ambiente cultural e este conceito engloba, segundo definição da própria Constituição da República Federativa do Brasil, o que faz "referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem: as formas de expressão; os modos de criar, fazer e viver; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; e, os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico." A preservação e valoração da cultura de um povo, implica, em última instância na preservação e valoração deste próprio povo.
E por último, temos o meio ambiente do trabalho. A expressão se refere ao local onde as pessoas exercem suas atividades laborais. O meio ambiente do trabalho envolve as instalações físicas do local (ventilação, iluminação natural ou artificial, ruídos, móveis, maquinário etc.) que devem oferecer um ambiente saudável para a prestação do serviço, bem como deve ser minimizada a possibilidade de contato com qualquer agente químico ou biológico que traga riscos à saúde do trabalhador. Um meio ambiente de trabalho sadio proporciona a manutenção da saúde do trabalhador, por sua vez, um meio ambiente de trabalho agressivo leva ao surgimento de doenças profissionais e, conseqüente, perda da capacidade laborativa deste trabalhador.


Secretaria do Meio Ambiente
SECRETARIA do Meio Ambiente. Disponível em http://www.ambiente.sp.gov.br. Acesso em: 10 de junho 2010.

Fauna e Flora

O que podemos fazer para melhorar o nosso meio ambiente
Todos os tipos de lixo devem ser separados para um melhor aproveitamento na coleta. Para isso deve-se saber aproveitar bem aquilo que muitas vezes jogamos fora, e o aproveitamento beneficia nossa vida e nossa saúde e de todos os animais que por aqui estão.
Pode-se ver que muito alimento (principalmente verduras, legumes e frutas) que poderiam ser reaproveitados de uma forma geral, são jogados fora e não são reaproveitados da forma correta.
Com isso muitas pessoas que passam por necessidades de alimentação ficam a mercê do seu maior inimigo natural – a fome e a necessidade de se alimentar.
Poderia descrever vários casos de negligencia humano, como degradação do sistema natural de nossas matas e principalmente da natureza que também sofre com a atual degradação.
Nesse clima o nosso meio ambiente é afetado também pelas queimas das matas que estão por toda a parte nas manchetes dos telejornais nacionais, virando noticia cada vez mais freqüente.
Cuidar do planeta é cuidar da nossa vida com exatidão e certeza de resultados.
O futuro de nossa geração depende de como tratamos o nosso ar, a nossa respiração, o nosso meio ambiente de forma a garantir uma nova perspectiva de vida.
O clima é ainda a nossa maior fonte de sobrevivência, e dependemos dele para a nossa sobrevivência. Sem ele nada somos e nada poderemos ser.
Devemos ter a consciência necessária do que aqui fazemos agora, aqui receberemos de volta o que fizermos.

Instituto Floresta Viva:

FLORESTA Viva. Disponível em http://www.florestaviva.org.br/site. Acesso em: 10 de junho 2010.

Baleias

Quais são as baleias mais ameaçadas de extinção?

São quatro espécies, de um total de 13 existentes no planeta: a baleia azul (Balaenoptera musculus), a cinza (Eschrichtius robustus), a franca do norte (Eubalaena glacialis) e a bowhead, ou cabeça-redonda (Balaena mysticetus). Isso, porém, não significa que as nove espécies restantes estejam em situação confortável - muito pelo contrário. Apesar de a pesca estar proibida desde 1985, todas elas continuam correndo sério risco de literalmente sumirem do mapa, segundo o Greenpeace, principal organização mundial de defesa do meio ambiente. O animal foi tão perseguido pelo homem ao longo dos últimos nove séculos que precisaria de muito mais tempo e proteção para recuperar o número normal da sua população. Só no século XX, foram mortas mais de 2 milhões de espécimens! O risco de extermínio se agrava ainda mais devido ao fato de o ciclo de reprodução ser extremamente lento: em média, uma fêmea tem apenas um filhote a cada três anos.
A ameaça piorou bastante a partir de 1920, quando o progresso tecnológico colocou duas armas terríveis nas mãos dos caçadores: o arpão que leva na ponta uma granada explosiva e os navios-fábrica, que, em menos de duas horas, transformam uma baleia inteira em toneladas de carne, barris de óleo e outros produtos já embalados. A maior matança em um só ano aconteceu em 1961, quando 70 000 animais foram mortos. A proibição à caça veio para acabar com essa barbaridade, mas os ecologistas denunciam que Noruega e Islândia nunca respeitaram a lei, nem o Japão, que captura cerca de 500 baleias minke todos os anos sob o pretexto de fazer pesquisas científicas. Além disso, os três países, que têm longa tradição no consumo da carne e do óleo desses animais, sempre tentam derrubar a proibição nas reuniões da Comissão Baleeira Internacional (CBI), órgão ligado à ONU.
"Se eles conseguirem isso, a situação, que já é crítica, piorará ainda mais", diz a bióloga Cristina Bonfiglioli, consultora ambientalista independente, ex-Greenpeace, uma das maiores especialistas brasileiras no assunto.


Greenpeace:
GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil. Acesso em: 10 de junho 2010.

Baleias

Jerónimo Martins - Líder de Mercado, Não de Soluções
Esta acção decorre poucas semanas depois do lançamento do segundo ranking de supermercados em Portugal que coloca o grupo Jerónimo Martins - com os supermercados Pingo Doce e Feira Nova - em último lugar.

Para a Greenpeace, é incrível que o grupo Jerónimo Martins mostre uma postura tão pouco responsável e tão pouco transparente em relação ao peixe que vende. Quando confrontado com a acção de ontem, a Jerónimo Martins limitou-se a divulgar a posição oficial do grupo, sem clarificar concretamente quais são os princípios sustentáveis que segue em relação ao peixe que comercializa.

Os oceanos estão em crise e é urgente proteger os recursos marinhos do nosso Planeta.
Oceanos - O Preço da Destruição
Nas últimas décadas, temos assistido à devastação rápida da vida marinha do nosso Planeta. A exploração desenfreada e insustentável dos mares e oceanos poderá conduzir, dentro de pouco anos, a uma subida inigualável do preço do peixe e transformar este recurso, tão mais valioso quanto mais escasso, numa relíquia rara a que poucos vão poder aceder.

Nos supermercados Pingo Doce e Feira Nova continuamos, por exemplo, a encontrar espécies como o tubarão - uma espécie em alto risco devido à sobrepesca e pesca acidental. Os tubarões têm uma taxa de crescimento das populações bastante lenta - para além de atingirem a maturidade reprodutiva tardiamente, também produzem poucos juvenis - e por isso são uma espécie que pode ser rapidamente dizimada.

O preço da destruição dos oceanos é alto. Milhões de pessoas em todo o mundo correm o risco de ver desaparecer os recursos de que dependem - e os portugueses não são excepção. A Greenpeace alerta que é urgente acordar para esta crise sem precedentes e passar imediatamente de palavras à acção, de forma a garantir a sobrevivência da vida marinha do nosso planeta.


"Vinte activistas da Greenpeace bloquearam, hoje de madrugada, parcialmente, a entrada na sede do Jerónimo Martins. Com tripés de mais de nove metros de altura à entrada do edifício e um banner gigante suspenso na fachada alerta com a mensagem “Jerónimo Martins destrói os oceanos ”, os activistas dificultaram o “business as usual” do grupo.
Há mais de um ano que a Greenpeace está a tentar entrar em contacto e até hoje sem sucesso. A organização pretende ficar no local até que o grupo assuma a responsabilidade de preservar os recursos marinhos e se comprometa a dar passos concretos para a implementação de uma política de compra e venda de peixe sustentável e transparente. "

Greenpeace:
GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil. Acesso em: 10 de junho 2010.

Jerónimo Martins

Animais extintos

Extinção de espécies

Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Devem existir mais de 30 milhões, ainda por identificar, a maior parte delas em regiões como as florestas tropicais úmidas. Cerca de 100 espécies desaparecem a cada dia, por causa do desmatamento!

O crescimento das populações humanas aumenta terrivelmente a gravidade dos problemas que a Terra já enfrenta. Eis alguns deles:

1- Cervo-do-pantanal: Animal dócil e grandalhão, torna-se um alvo fácil para os caçadores, usada como decoração.

2- Onça-pintada:Encontrada no Pantanal, desaparece da região devido à caça indiscriminada. Sua pele tem cotação em dólares no mercado internacional.

3- Mono-carvoeiro: O maior macaco do Brasil. É originário da Mata Atlântica. Atualmente restam apenas cerca de cem destes animais no estado do Rio de Janeiro.

4- Pica-pau-de-cara-amarela: Os poucos sobreviventes vivem nas matas gaúchas. Com o desmatamento, perde sua principal fonte de alimentação, as sementes das árvores.

5- Ararinha-azul: Cobiçada no mercado internacional por sua plumagem. Há apenas cerca de cinqüenta desses animais, vivendo no Piauí e na Bahia.

6- Mutum-do-nordeste: Os últimos exemplares desta ave vivem hoje no litoral de Alagoas. Alguns biólogos estão tentando reproduzir essa ave em cativeiro, para garantir a sobrevivência da espécie.

7- Mico-leão-dourado: Com a redução da Mata Atlântica, perdeu seu hábitat natural. Restam algumas centenas na reserva de Poço das Antas, no estado do Rio de Janeiro.

8- Tartaruga-de-couro: Cada vez mais rara no litoral brasileiro. Sua carne saborosa e seus ovos são disputados pelos pescadores do país.

Instituto Floresta Viva:

FLORESTA Viva. Disponível em http://www.florestaviva.org.br/site. Acesso em: 10 de junho 2010.

Animais extintos

Animais extintos

Golfinho do Rio Chinês (Lipotes vexillifer)
Uma das espécies extintas mais recentemente. Bastante parecido com o boto da amazônia, esta variedade de golfinhos emigrou desde o Oceano Pacifico para o rio Yangtzé há uns 20 milhões de anos. Calcula-se que na época da dinastia "Han Erya" tinha umas cinco mil espécimes no rio.

Em 1979 a China declarou-o em perigo de extinção, e em 1983 decretou-se que sua caça era ilegal. Em 1986 a população total estimada era de 300 indivíduos, e em 1990, 200. Seu número seguiu decrescendo rapidamente, sobretudo com a construção da Represa das Três Gargantas, que alterou de maneira irrecuperável o hábitat do golfinho. Em 1998 só conseguiram encontrar 7 exemplares, e os cientistas especularam em levá-los para um lago próximo para depois trazê-los de volta ao rio quando suas chances de sobrevivência fossem maiores. Mas uma expedição que percorreu o rio de extremo a extremo em 2006 não conseguiu ncontrar nem um destes golfinhos, pelo qual já é considerado oficialmente extinto.

A Fundação de Conservação de Wuhan "Delfín Baiji", fundada em dezembro de 1996 gastou ao redor de 100 mil dólares para a preservação de células in vitro, pelo qual talvez algum dia possamos vêlo novamente.


Tigre da Tasmânia (Thylacinus cynocephalus)
Este mamífero, também conhecido como lobo da Tasmânia, talacino, lobo marsupial ou Tigre da Tasmânia era um carnívoro marsupial nativo da Austrália. O último exemplar capturado vivo foi vendido ao Hobart Zôo da Tasmânia em 1933 e morreu em 1936. Recém então o Governo da Tasmânia havia declarado o "espécie protegida", mas já era muito tarde.

O tilacino era muito parecido com os canídeos de outros continentes, apesar de não ser aparentado com nenhum deles. Era um carnívoro adaptado à captura de presas de tamanho pequeno ou médio. Tinha um corpo estilizado, patas finas e rabo igualmente delgado. Sua pelagem era curta com riscas negras ou marrons na parte traseira, daí o nome de tigre. As mandíbulas podiam abrir-se até extremos assombrosos, quase como as de um réptil, e era dotado de 46 dentes.

Antes da chegada dos colonos ingleses e dos dingos, o tilacino não tinha concorrência, mas não pôde fazer frente ao novo competidor. Os ataques aos rebanhos de ovelhas fez com que os pastores e o próprio governo colonial os considerasse pragas necessárias de extermínio. E conseguiram antes da primeira metade do século XX.


Quagga (Equus quagga quagga)
Esta espécie de zebra extinguiu-se completamente na África do Sul aproximadamente em 1870. Tinha uma pelagem parda (sem riscas) no lombo nos traseiros, e de riscas negras na cara, pescoço, costados e crinas, como têm as demais zebras. O ventre e as patas eram inteiramente brancos. Semelhante pelagem fez com que em 1788 fosse classificada como uma raça a parte.

Os quaggas viviam em manadas no sudeste da África do Sul. Seu nome procede da língua dos Khoi e é basicamente uma adaptação do ruído característico emitido pelo animal.

Os quaggas foram caçados pelos primeiros colonos holandeses, para aproveitar sua carne e pele. Em meados do século XIX foram mortos milhares de exemplares como parte de um plano de extermínio de animais selvagens. Esta política tinha como objetivo aproveitar as terras onde pastavam os quaggas para alimentar gado doméstico. A população destes animais decresceu rapidamente, e em 12 de agosto de 1883 morreu o último quagga que vivia em cativeiro no zôo de Amsterdã.

Seu DNA, estudado no Smithsonian provou que o quagga era uma subespécie da zebra de planície, que se definiu como raça entre 120 e 290 mil anos atrás. Hoje só resta uma fotografia deste animal, tirada em 1870 no zôo de Londres.




Urso do Atlas (Ursus arctos crowtheri)
O urso do Atlas era uma subespécie de urso pardo. Habitava na cordilheira do Atlas, desde a Tunísia até o Marrocos. Trata-se do único urso que habitou a África em épocas recentes, onde chegou do Oriente no Pleistoceno.

Tinha um tamanho muito menor que outros ursos pardos. Sua pelagem era escura, praticamente negra, no dorso e cinza nas patas e nas costas. Alguns textos romanos mencionam como "abundantes" na cordilheira do Atlas, uma região que nessa época estava coberta por bosques de pinheiros. Inclusive pode ser visto representado em mosaicos romanos dessa época, e possivelmente tenha sido usado nos espetáculos do circo romano.

A caça e a destruição de seu hábitat natural praticamente já tinham exterminado com a espécie quando foi estudado cientificamente pela primeira vez. Em 1830, o rei de Marrocos tinha um exemplar em cativeiro, e o último relatório de um avistagem de um destes ursos foi em 1867, próximo a Edough, na fronteira entre o Marrocos e Argélia. Não viveram para serem
fotografados.



Leão do Cabo (Panthera leo melanochaitus)
Este leão de 250 quilos de peso era o maior daqueles em território sul-africano. Vivia na zona das planícies herbáceas do Karoo, ao sudoeste da África do Sul. Com freqüência culpam os colonizadores holandeses (os "bóers") por sua extinção , mas sabe-se que os verdadeiros responsáveis por seu extermínio foram os ingleses. No início do século XIX começaram a caçá-lo indiscriminadamente, em parte por esporte e em parte como represália a seus ataques ao gado. Após muitos esforços e bala, conseguiram exterminá-lo em meados da década de 1860.

Os machos maiores pesavam até 250 quilos e as fêmeas, 180 quilos de peso. Os machos tinham uma densa melena negra que se prolongava parcialmente pelo ventre. Estes leões não eram muito abundantes pelo que não formavam grandes grupos, senão que levavam uma vida solitária como predadores oportunistas. Quando conheceram os animais domésticos, presas fáceis, chegaram ao extremo de escalar as paliçadas dos assentamentos europeus. O Castelo de Boa Esperança foi construído precisamente para evitar seus ataques.

O último leão do Cabo morreu em mãos de um tal general Bisset, numa caça promovida no natal de 1865. Hoje só podem ser vistos empalhados em museus.



Codorna da Nova Zelândia (Coturnix novaezelandiae)
Conhecida como Koreke em língua maorí, era uma ave que deveria figurar no livro dos recordes. Foram precisos apenas 40 anso para exterminá-la. O primeiro espécime foi capturado em 1827, e os últimos exemplares foram caçados entre 1867 e 1868. Fisicamente, macho e fêmea eram similares em aspecto, ainda que o tamanho da fêmea era menor. O primeiro cientista em descrevê-la foi Joseph Banks, que visitou as ilhas na primeira viagem de Cook.

Acredita-se que abundava em 1865. A extinção foi fruto da introdução de animais forasteiros por britânicos: ratos, porcos, etc. Por suposto, os colonos também colaboraram bastante com a caça devido a sua saborosa carne.


Alca gigante (Pinguinus impennis)
Foi a espécie maior das alcas, até que foi extinto em 1844. Conhecido como "alca imperial", "grande pingüim" ou simplesmente "pingüim".

Foi muito abundante na época romana ao longo da costa do Oceano Atlântico, desde a Flórida até a Groenlândia, incluindo Islândia, Escandinávia, as Ilhas Britânicas, Europa Ocidental e Marrocos. Também podia ser encontrado em todo o Mar Báltico e ao oeste do Mar Mediterrâneo.

Os exemplares adultos mediam ao redor de um metro de altura, e sua plumagem era negra nas costas, pescoço e cabeça. Ao lado destacavam duas manchas brancas, o que lhe conferiu o nome o nome: pen gwyn que significa precisamente "cabeça branca" em gaélico. As patas eram escuras e palmeadas. Seu bico, que utilizava para caçar debaixo d'água, era muito robusto. O traço mais distintivo destas aves era sua incapacidade para voar e sua adaptação ao mergulho.

Justamente sua incapacidade de voar, e o saboroso de seus ovos significou seu fim: vítimas da caça indiscriminada, no final do século XVI o alca gigante já tinha desaparecido da Europa continental e na América do Norte só abundava ao norte de Nova York. Em 1758 era um animal sumamente raro e em 1800 só podia se visto na Islândia.

Quando dois barcos atracaram na Islândia em 1808 e 1813, na época do ano em que punham seus ovos, foi selada a sua sorte. O último casal vivo destes animais foi visto em 2 de junho de 1844.


Tigre persa (Panthera tigris virgata)
O tigre persa era também conhecido como "tigre do Cáspio"”. Habitava a região compreendida pela península de Anatólia, o Cáucaso, o Kurdistão, norte do Iraque e Irã, Afeganistão e grande parte da Ásia Central (até a Mongólia). Esta subespécie de tigre era uma das maiores, só era menor que o tigre siberiano e o de bengala.

Sua pelagem era amarela ou dourada, com zonas brancas nas costas e cara. As riscas tinham uma cor marrom e no inverno a pelafgem da cabeça crescia para ajudar a suportar o frio das montanhas asiáticas. Isto lhe proporcionava uma característica de "barba” na zona das bochechas.

Os machos pesavam entre 169 e 240 kg, com 2.65 a 2.95 metros de tamanho. Nas fortes patas estavam as garras excepcionalmente longas, maiores que as de qualquer outro tigre.

Com o progressivo aumento da população humana, o tigre reduziu sua área de ocupação. Quando os czares da Rússia ocuparam as terras fronteiriças da Ásia Central e do Cáucaso, ordenaram ao exército para exterminá-lo. A desflorestação produzida pelos colonos encarregou-se dos poucos que sobreviveram ao extermínio. O último avistamento foi no Tadjikistão em 1961.



Coqui dourado (Eleutherodactylus jasperi)
O coquí é uma diminuta rã que habitava em Porto Rico. Recebeu este nome pelo chamado de duas notas que fazem os machos, que soa justamente como "co" - "quí". A fêmea do coquí punha entre vinte e cinco e quarenta ovos a cada vez, em folhas de bromélias e seus filhotes nasciam completamente formados, como adultos em miniatura. Esta forma de reprodução permitia-lhes a independência das fontes água que precisam espécies parecidas para que se desenvolvam.

O coquí dourado possuía uma característica cor amarela dourado e um pequeno tamanho de só 2 cm. Habitava principalmente na região da Serra de Cayey. Alguns naturalistas resistem-se a declarar extinta a esta espécie, mas também não se produziram avistamientos de exemplares nos últimos anos.



Pika sarda (Prolagus sardus)
Este estranho animal, um tipo de lebre gigante, extinguiu-se aproximadamente em 1800. Foi uma espécie nativa da ilha de Cerdenha e foi descrita por alguns autores como um "coelho gigante sem rabo". A esquisitice de sua carne custou a vida a todos os exemplares da ilha, e só sobreviveram no continente as "pika sarda" e "pika corsa”, duas subespécies.

Foram reportadas ocasionais avistamentos de pikas selvagens no interior da ilha de Cerdenha, mas nenhum pôde ser verificado. A última menção que pode se encontrar digna de ser fiel à verdade é a realizada por Cetti em 1774, que descreve as como "ratos gigantes" muito abundantes na ilha de Tavolara, vizinha à ilha de Cerdenha.



Concretamente, estão ameaçadas 12% das espécies de aves, 23% de mamíferos, 52% de insetos, 32% de anfíbios, 51% de répteis, 25% de tubarões e 20% de raias.

A escolha dos animais deste top 10 não obedeceu a nenhum padrão cronológico senão o de representatitividade, curiosidade e a forma insólita da extinção do animal.

Devemos, sim, fazer a nossa lição de casa e cuidar dos bichos da melhor forma que pudermos, mas porém sem dar satisfações a maioria destas organizações internacionais.

Vale a pena ressaltar que a maioria destas ONG's de defesa dos animais hoje estão no velho continente, aquele mesmo que foi matar o único urso da África, caçar por esporte o maior Leão da África do Sul, a levar os dingos (lobos) para ajudar a extinguir o lobo ba Tasmânia na Austrália e também a sair pelos mares "catando" ovos de pingüins. A única conclusão a que posso chegar é a que estes ingleses não são boa gente não.

Agressões ao meio ambiente
HIROTA, Márcia. Agressões ao meio ambiente: como e a quem recorrer. 3ª edição. São Paulo: Estúdio Graal, 2002. 116p.

Animais extintos

Animais Extintos
Ao longo da história, várias espécies de animais desapareceram. Entre os motivos para essa extinção, podemos citar as catástrofes naturais, competições entre espécies, evoluções adaptativas, extensos períodos de calor extremo ou frio, etc. No entanto, o maior responsável pela extinção de tantas espécies talvez seja o homem.
Segundo dados do WWF (Fundo Mundial para a Natureza), houve uma queda significativa na quantidade de espécies entre os anos de 1970 a 1995. Só nesse período, 35% dos animais de água doce e 44% dos animais marinhos foram completamente extintos. Dessa forma, vemos que até hoje o homem moderno não conseguiu estabelecer um convívio harmonioso com a natureza. Vejamos agora, alguns exemplos de animais extintos:

Dodô
Ave que vivia em pequenas ilhas do Oceano Índico, como as Ilhas Maurício e Reunião. O dodô tinha uma aparência desajeitada e feia, além de não saber voar. Além disso, tinha uma grande quantidade de carne, o que fez com que diversos marinheiros passassem a abater o animal em grandes quantidades, resultando em sua extinção.

Moa Gigante
O Moa Gigante era uma ave gigantesca localizada na Nova Zelândia. Medindo 3,7 m de altura, a ave foi extinta há 700 anos quando o homem chegou naquela região.

Quagga
A última espécie da Quagga morreu no Zoológico de Amsterdã em 1883. Era um animal muito semelhante à zebra. A procura por sua pele provocou sua extinção.

Tigre da Tasmânia
O tigre da tasmânia era um marsupial que vivia na Tasmânia, próximo da Austrália. O animal tinha uma cabeça de raposa e algumas listras. Ficaram conhecidos como grandes predadores de gado e ovelhas, motivo pelo qual foi muito caçado, tendo provocado a extinção do animal.

Agressões ao meio ambiente
HIROTA, Márcia. Agressões ao meio ambiente: como e a quem recorrer. 3ª edição. São Paulo: Estúdio Graal, 2002. 116p.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Greenpeace

Greenpeace

Greenpeace


A organização internacional ecológica Greenpeace surgiu em 1971, em Vancouver, no Canadá, fundada por um grupo de activistas que procuravam um mundo com mais paz e respeito pelo ambiente. Hoje em dia está sediada em Amesterdão, na Holanda, e tem mais de 2,8 milhões de associados em todo o mundo e mais de quarenta delegações na Europa, Ásia e América. Para fazer face aos custos a organização só aceita donativos dos seus associados ou de fundações e rejeita ofertas de governos ou empresas.
A primeira acção da Greenpeace em Setembro 1971, foi levada a cabo por activistas que, usando um velho barco de pesca, rumaram a Amchitka, uma pequena ilha junto ao Alasca, onde os Estados Unidos da América efectuavam testes nucleares. Várias espécies animais eram ameaçadas por esses testes. O barco onde seguiam, rebaptizado Greenpeace para aquela missão, foi interceptado antes de chegar à ilha, mas os activistas conseguiram atrair a atenção a nível internacional. No ano seguinte os EUA pararam com os testes. Mais tarde a ilha foi declarada um santuário de aves.
O barco foi capturado a 30 de Setembro de 1971 pela guarda-costeira norte-americana. No regresso a Vancouver, dois dos fundadores, satisfeitos com o sucesso da missão, sugeriram que fosse criada a Fundação Greenpeace. Em Janeiro do ano seguinte, alguns dos activistas que participaram na acção fundaram a Fundação Greenpeace Mundial. Entretanto, o movimento Don't Make a Wave Committee, que participara na acção pela ilha de Amchitka, mudou o seu nome para Fundação Greenpeace, que se viria fundir com a outra fundação.
Em 1976 já havia grupos ecologistas a usar a denominação Greenpeace no Canadá, Estados Unidos da América, Inglaterra, França e Nova Zelândia.
A Greenpeace International, modelo de organização que ainda hoje subsiste, viria a ser formada em Novembro de 1979 em Amesterdão.
A Greenpeace recorre a métodos não-violentos para expor os problemas de ambiente e, dessa forma, forçar a que surjam soluções mais ecológicas. Hoje em dia combate as alterações climáticas, protege as florestas e os oceanos, luta contra a caça à baleia, contesta a engenharia genética e as ameaças nucleares, defende a eliminação de resíduos tóxicos.
Um dos métodos de acção mais conhecidos da Greenpeace é marcar presença nos locais onde dizem haver crimes contra a natureza, nomeadamente no mar. O barco Rainbow Warrior é o seu veículo mais conhecido.
Entre as conquistas da Greenpeace estão a proibição de exportação de lixos tóxicos para países menos desenvolvidos, uma moratória sobre comércio de baleias, um santuário de baleias e a proibição do despejo no mar de resíduos nucleares e lixos industriais e da realização de testes de armas nucleares.




GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil. Acesso em: 19 de maio 2010.


O QUE É Greenpeace?

Greenpeace é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, fundada no Canadá em 1971.
Com a finalidade de lutar pacificamente em defesa do meio ambiente.
Atua internacionalmente, já que as ameaças ao meio ambiente não têm fronteiras
E baseia em alguns princípios básicos:

Pratica o testemunho ocular: estar presente no local onde está ocorrendo um dano, testemunhá-lo e divulgá-lo, mobilizando a opinião pública a fim de impedir a continuidade da destruição ambiental.

Ação civil pública exige ainda novas audiências para discutir a construção da terceira usina nuclear brasileira.
É adepto da não-violência, não recuando ao defender suas causas;
Caracteriza-se pela atuação de ativistas, que se colocam pessoalmente como barreira ao dano ambiental;
É independente financeiramente de empresas, governos e partidos políticos;
Não estabelece alianças com partidos e não toma posições políticas exceto no que diz respeito à proteção do meio ambiente e da paz;

Como surgiu o Greenpeace

Surgiu com a iniciativa de Jim Bohlen (que foi da marinha americana), e Irving Stowe (advogado e trabalhava em uma revista contraria a guerra). Eles se conheceram durante um protesto contra a guerra do Vietnã. Junto com um jovem estudante de direito Paul Cote decidiram montar o “comitê não faça onda” para lutar contra os testes nucleares americanos.
E acreditando numa forma pacifica de resistência e que é preciso estar presente na cena de um acontecimento, como forma de impedi-lo, os membros do” comitê não faça onda” decidiram alugar um barco para ir ao local previsto para o teste nuclear no Alasca em 1971.
Surgia assim a “ação direta”, que viria a ser a forma mais conhecida de atuação de greenpeace organização que sucederia o “Não Faça Onda”.

O nome da nova organização é fruto do acaso: isoladas, as palavras "green" e "peace", que expressavam a idéia de pacifismo e defesa do meio ambiente que animava seus fundadores, não cabiam num 'buttom' vendido para ajudar a arrecadar fundos para a viagem. Foi necessário juntá-las. Nascia o Greenpeace.

GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil . Acesso em: 09 de junho 2010.

terça-feira, 18 de maio de 2010

O Projeto

Tema

Nosso tema é Ecologia Delivery, onde gostariamos de levar para o publico algumas informações breves e outras urgentes, sobre o nosso meio ambiente.

Justificativa

Escolhemos falar sobre ecologia, pois nosso meio ambiente esta precisando de uma atenção especial. As pessoas não estão levando a serio o que esta acontecendo, assim atingindo a todos com as imprudencias

Objetivo

Atingir os leitores com materias breves mas diretas do que esta ocorrendo onde vivemos, mostrar videos e textos importantes para chamar a atenção do leitor que "não tem tempo para essas coisas".

Metodologia

Iremos buscar materiais em sites, livros, apostilas, palestras, e pessoas relacionadas a situação.

Cronograma

Definição do tema..............................................................26/03/10
Discusão para estrutura inicial do blog.............27/03/10
Pesquisas bibliograficas......................................28/03/10
e ao decorrer do trabalho.
Redação do Projeto, tema, justificatifa, objetivo,
metodologia e cronograma..................................18/05/10

Postagens finais do blog

Greepeace..............................................................19/05/10
Animais extintos...................................................27/05/10
Baleias...................................................................04/06/10
Fauna e flora.........................................................07/06/10
Bibliografia

FLORESTA Viva. Disponível em http://www.florestaviva.org.br/site. Acesso em:


GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil. Acesso em:


REDE das águas. Disponível em http://www.rededasaguas.org.br. Acesso em:


SOS Mata Atlântica. Disponível em http://www.sosmatatlantica.org.br. Acesso em:


SECRETARIA do Meio Ambiente. Disponível em http://www.ambiente.sp.gov.br. Acesso em:


WWF Brasil. Disponível em http://www.wwf.org.br. Acesso em:


HIROTA, Márcia. Agressões ao meio ambiente: como e a quem recorrer. 3ª edição. São Paulo: Estúdio Graal, 2002. 116p.

domingo, 18 de abril de 2010

"Quando a última árvore tiver caído,
Quando o último rio tiver secado,
Quando o último peixe for pescado,
Vocês vão entender que dinheiro não se come!"

Greenpeace




Greenpeace:
GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil . Acesso em:18 de abril 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Notícia

Os alunos Thiago e Diego encontraram mais matérias sobre o meio ambiente como matéria do Jerônimo Martins que é o grupo que mostra uma postura tão pouco responsável e tão pouco transparente em relação ao peixe que vende. Nos supermercados Pingo Doce e Feira Nova continuam, por exemplo, a encontrar espécies como o tubarão - uma espécie em alto risco devido à sobrepesca e pesca acidental. Os tubarões têm uma taxa de crescimento das populações bastante lenta - para além de atingirem a maturidade reprodutiva tardiamente, também produzem poucos juvenis - e por isso são uma espécie que pode ser rapidamente dizimada.

O grupo.

domingo, 11 de abril de 2010

Materiais

Tambem surgiu mais matérias sobre o meio ambiente a aluna Tayane obteve por ter participado de um curso de Turismo matérias, eles como “Agressões ao meio ambiente como e a quem recorrer” esse livro explica como encaminhar uma denuncia as autoridades competentes e fala também das agressões mais frequentes, “diagnostico e caracterização por percepção de bacias hidrográficas do programa Mãos a obra pelo Rio Tiete da fundação SOS Mata Atlântica. Esses são só dois exemplos de muito material que conseguimos nesse dia.

O grupo
.

Material discartado

Hoje estava pesquisado sobre o Rio Tiete, onde existe um programa da fundação S.O.S Mata Atlântica, com o objetivo de desenvolver projetos,atividades de mobilização , apoiar iniciativas para a recuperação do Rio Tiete fortalecendo a gestão participativa e difundir junto a sociedade a relação entre a conservação da Mata Atlântica e a manutenção dos recursos hídricos , mais por ser um tema muito abrangente cheguei a conclusão que fugiria do foco, portanto material discartado.

Tayane.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

ONGs

Hoje decidimos que as ONGs seriam apenas uma matéria para fazer parte do nosso blog e a utilizaríamos para nos inspirar, assim surgindo mais idéias de lugares para visitar, sites, revistas, panfletos que poderiam ser utilizados.

O grupo.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Discussões

Hoje o grupo se reuniu através da internet para discutir mais conteúdo para nossas pesquisas aparecendo assim mais informações do Greenpeace e a SOS Mata Atlântica, mas que não utilizaríamos, pois já estaríamos fugindo do nosso tema que é Meio Ambiente e não ONGs.

O grupo.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Aproveitando o tempo

Hoje tive um tempo livre no trabalho e aproveitei para pesquisar sobre o Meio Ambiente, encontrando algumas espécies curiosas de animais extintos.

Thiago.

domingo, 4 de abril de 2010

Divisão do Grupo

O grupo se dividiu para ir atrás de informações, onde o Thiago e Diego pesquisará materiais sobre o meio ambiente, visando a ONG Greenpeace de onde obterão informações dos animais mais recentemente extintos, as ultimas noticias sobre as baleias e como e quando surgiu a ONG e qual sua finalidade. A Tayane pesquisou a ONG nacional S.O. S Mata Atlântica onde visa o que nos resta de um de nossos patrimônios e o pouco dele que a em São Paulo criando assim um Cinturão Verde nessa cidade.

O grupo.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Revisando o cronograma

O grupo se reuniu para analisar o andamento do trabalho e reanalizar o cronograma para evitar atrasos e não prejudicar o estudo para as provas.

O grupo.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Criação do blog

O grupo decidiu o visual do blog, onde nos anteriores fizemos pesquisas visitando blogs em geral e ecológicos para ter ideias de qual se encaixaria melhor ao nosso tema trabalhamos imagens no photoshop, fizemos alguns modelos de layout e pesquisamos com um profissional da area como mudar esse layout a cada acesso que alguém visitar o blog.

O grupo.

domingo, 28 de março de 2010

Introdução

Nesse blog iremos falar sobre o andamento do trabalho, de tema livre; Meio Ambiente da matéria de metodologia cientifica do curso de Designer Digital da Universidade Unip, campos Cidade Universitária.

O grupo.