Ao falarmos de ecologia, não atraímos tanto interesse das pessoas, trazemos isso de uma herança que carregamos, não temos uma educação onde mostra a importância desse tema, colocando para últimos planos esse assunto tendo em mente sempre objetiva “mais importante”.
Aqui procuramos mostra com informações básicas como esta o andamento do nosso ambiente, da gravidade de situações que ocorre. Sempre generalizamos as informações a esse respeito e ao focarmos em uma entrevista ou um caso, percebemos a gravidade da situação a maldade do ser humano sem limites e o que estamos fazendo a nós mesmos ao não dar valor a esse assunto.
Sabemos que não faremos milagres e abriremos as cabeças das pessoas para entender o assunto, se nem ao menos ONGS grandes o fazem, mas tentamos
junto mostrar como é lindo o que temos e como somos ignorantes ao apoiar pessoas onde não conhecemos as consequências do ato.
Tentamos mostrar coisa que ficarão no passado, extinções que não conhecemos, e a diferença que seria se esses seres existissem.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Atenção!
"Quando a última árvore tiver caído,
Quando o último rio tiver secado,
Quando o último peixe for pescado,
Vocês vão entender que dinheiro não se come!"
.
GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil . Acesso em:10 de junho 2010
Fauna e Flora
Sempre que ouvimos ou lemos a expressão Meio Ambiente nos vêm à mente imagens da floresta amazônica ou do oceano, de espécies em risco de extinção, de fábricas poluidoras. Mas não mudaria sua forma de pensar o mundo que o cerca se você soubesse que no momento que lê este artigo (sentado em frente ao computador no seu quarto, no escritório, na faculdade) você está inserido em um meio ambiente?
Esta idéia de meio ambiente como sinônimo de natureza é apenas um dos aspectos do Meio Ambiente, hoje definido como meio ambiente natural. O chamado meio ambiente natural, ou físico, engloba ar, água, solo, subsolo, flora e fauna. Talvez seja o primeiro do qual nos recordamos por sua condição primordial: a ausência de preservação ou de utilização racional dos recursos ambientais de nosso planeta pode trazer conseqüências catastróficas. Cenários antes apenas imaginados em filmes futuristas de gosto duvidoso, com a Terra transformada em um imenso deserto e pessoas travando lutas mortais pelas fontes de água, agora se tornaram preocupação patente para a Organização das Nações Unidas (ONU) com a diminuição dos níveis de água potável, através da ocupação das áreas de mananciais e da poluição dos reservatórios existentes. A consciência ambiental e o controle governamental aliados ao apoio da população podem, todavia, adiar ou mesmo contornar este e outros reveses sofridos por nossos rios, matas, fauna etc.
Ao lado do meio ambiente natural, temos o meio ambiente construído, ou artificial, aquele produzido pela ação do homem ao transformar a natureza: as cidades. Há cidades que nos parecem limpas, arborizadas, bonitas, pois tiveram seu crescimento planejado, e outras, que ao crescerem desordenadamente, levam-nos a pensar que seus prédios se acotovelam por uma beira na calçada. A planejada ocupação do solo urbano, determinando as limitações ao direito de construir, informa como a cidade irá crescer e para onde, como fluirá o trânsito, onde estarão localizadas as áreas verdes para o lazer tão necessário a seus habitantes. Um meio ambiente construído sadio contribui para o bem estar da população que ali vive; e, ao contrário, um meio ambiente artificial hostil gera não apenas sensação de angústia em seus habitantes como também termina por levar ao abandono e descaso e, não rara vezes, à agressão para com o espaço público.
O patrimônio cultural de um povo constitui-se em seu meio ambiente cultural e este conceito engloba, segundo definição da própria Constituição da República Federativa do Brasil, o que faz "referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem: as formas de expressão; os modos de criar, fazer e viver; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; e, os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico." A preservação e valoração da cultura de um povo, implica, em última instância na preservação e valoração deste próprio povo.
E por último, temos o meio ambiente do trabalho. A expressão se refere ao local onde as pessoas exercem suas atividades laborais. O meio ambiente do trabalho envolve as instalações físicas do local (ventilação, iluminação natural ou artificial, ruídos, móveis, maquinário etc.) que devem oferecer um ambiente saudável para a prestação do serviço, bem como deve ser minimizada a possibilidade de contato com qualquer agente químico ou biológico que traga riscos à saúde do trabalhador. Um meio ambiente de trabalho sadio proporciona a manutenção da saúde do trabalhador, por sua vez, um meio ambiente de trabalho agressivo leva ao surgimento de doenças profissionais e, conseqüente, perda da capacidade laborativa deste trabalhador.
Secretaria do Meio Ambiente
SECRETARIA do Meio Ambiente. Disponível em http://www.ambiente.sp.gov.br. Acesso em: 10 de junho 2010.
Esta idéia de meio ambiente como sinônimo de natureza é apenas um dos aspectos do Meio Ambiente, hoje definido como meio ambiente natural. O chamado meio ambiente natural, ou físico, engloba ar, água, solo, subsolo, flora e fauna. Talvez seja o primeiro do qual nos recordamos por sua condição primordial: a ausência de preservação ou de utilização racional dos recursos ambientais de nosso planeta pode trazer conseqüências catastróficas. Cenários antes apenas imaginados em filmes futuristas de gosto duvidoso, com a Terra transformada em um imenso deserto e pessoas travando lutas mortais pelas fontes de água, agora se tornaram preocupação patente para a Organização das Nações Unidas (ONU) com a diminuição dos níveis de água potável, através da ocupação das áreas de mananciais e da poluição dos reservatórios existentes. A consciência ambiental e o controle governamental aliados ao apoio da população podem, todavia, adiar ou mesmo contornar este e outros reveses sofridos por nossos rios, matas, fauna etc.
Ao lado do meio ambiente natural, temos o meio ambiente construído, ou artificial, aquele produzido pela ação do homem ao transformar a natureza: as cidades. Há cidades que nos parecem limpas, arborizadas, bonitas, pois tiveram seu crescimento planejado, e outras, que ao crescerem desordenadamente, levam-nos a pensar que seus prédios se acotovelam por uma beira na calçada. A planejada ocupação do solo urbano, determinando as limitações ao direito de construir, informa como a cidade irá crescer e para onde, como fluirá o trânsito, onde estarão localizadas as áreas verdes para o lazer tão necessário a seus habitantes. Um meio ambiente construído sadio contribui para o bem estar da população que ali vive; e, ao contrário, um meio ambiente artificial hostil gera não apenas sensação de angústia em seus habitantes como também termina por levar ao abandono e descaso e, não rara vezes, à agressão para com o espaço público.
O patrimônio cultural de um povo constitui-se em seu meio ambiente cultural e este conceito engloba, segundo definição da própria Constituição da República Federativa do Brasil, o que faz "referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem: as formas de expressão; os modos de criar, fazer e viver; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; e, os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico." A preservação e valoração da cultura de um povo, implica, em última instância na preservação e valoração deste próprio povo.
E por último, temos o meio ambiente do trabalho. A expressão se refere ao local onde as pessoas exercem suas atividades laborais. O meio ambiente do trabalho envolve as instalações físicas do local (ventilação, iluminação natural ou artificial, ruídos, móveis, maquinário etc.) que devem oferecer um ambiente saudável para a prestação do serviço, bem como deve ser minimizada a possibilidade de contato com qualquer agente químico ou biológico que traga riscos à saúde do trabalhador. Um meio ambiente de trabalho sadio proporciona a manutenção da saúde do trabalhador, por sua vez, um meio ambiente de trabalho agressivo leva ao surgimento de doenças profissionais e, conseqüente, perda da capacidade laborativa deste trabalhador.
Secretaria do Meio Ambiente
SECRETARIA do Meio Ambiente. Disponível em http://www.ambiente.sp.gov.br. Acesso em: 10 de junho 2010.
Fauna e Flora
O que podemos fazer para melhorar o nosso meio ambiente
Todos os tipos de lixo devem ser separados para um melhor aproveitamento na coleta. Para isso deve-se saber aproveitar bem aquilo que muitas vezes jogamos fora, e o aproveitamento beneficia nossa vida e nossa saúde e de todos os animais que por aqui estão.
Pode-se ver que muito alimento (principalmente verduras, legumes e frutas) que poderiam ser reaproveitados de uma forma geral, são jogados fora e não são reaproveitados da forma correta.
Com isso muitas pessoas que passam por necessidades de alimentação ficam a mercê do seu maior inimigo natural – a fome e a necessidade de se alimentar.
Poderia descrever vários casos de negligencia humano, como degradação do sistema natural de nossas matas e principalmente da natureza que também sofre com a atual degradação.
Nesse clima o nosso meio ambiente é afetado também pelas queimas das matas que estão por toda a parte nas manchetes dos telejornais nacionais, virando noticia cada vez mais freqüente.
Cuidar do planeta é cuidar da nossa vida com exatidão e certeza de resultados.
O futuro de nossa geração depende de como tratamos o nosso ar, a nossa respiração, o nosso meio ambiente de forma a garantir uma nova perspectiva de vida.
O clima é ainda a nossa maior fonte de sobrevivência, e dependemos dele para a nossa sobrevivência. Sem ele nada somos e nada poderemos ser.
Devemos ter a consciência necessária do que aqui fazemos agora, aqui receberemos de volta o que fizermos.
Instituto Floresta Viva:
FLORESTA Viva. Disponível em http://www.florestaviva.org.br/site. Acesso em: 10 de junho 2010.
Todos os tipos de lixo devem ser separados para um melhor aproveitamento na coleta. Para isso deve-se saber aproveitar bem aquilo que muitas vezes jogamos fora, e o aproveitamento beneficia nossa vida e nossa saúde e de todos os animais que por aqui estão.
Pode-se ver que muito alimento (principalmente verduras, legumes e frutas) que poderiam ser reaproveitados de uma forma geral, são jogados fora e não são reaproveitados da forma correta.
Com isso muitas pessoas que passam por necessidades de alimentação ficam a mercê do seu maior inimigo natural – a fome e a necessidade de se alimentar.
Poderia descrever vários casos de negligencia humano, como degradação do sistema natural de nossas matas e principalmente da natureza que também sofre com a atual degradação.
Nesse clima o nosso meio ambiente é afetado também pelas queimas das matas que estão por toda a parte nas manchetes dos telejornais nacionais, virando noticia cada vez mais freqüente.
Cuidar do planeta é cuidar da nossa vida com exatidão e certeza de resultados.
O futuro de nossa geração depende de como tratamos o nosso ar, a nossa respiração, o nosso meio ambiente de forma a garantir uma nova perspectiva de vida.
O clima é ainda a nossa maior fonte de sobrevivência, e dependemos dele para a nossa sobrevivência. Sem ele nada somos e nada poderemos ser.
Devemos ter a consciência necessária do que aqui fazemos agora, aqui receberemos de volta o que fizermos.
Instituto Floresta Viva:
FLORESTA Viva. Disponível em http://www.florestaviva.org.br/site. Acesso em: 10 de junho 2010.
Baleias
Quais são as baleias mais ameaçadas de extinção?
São quatro espécies, de um total de 13 existentes no planeta: a baleia azul (Balaenoptera musculus), a cinza (Eschrichtius robustus), a franca do norte (Eubalaena glacialis) e a bowhead, ou cabeça-redonda (Balaena mysticetus). Isso, porém, não significa que as nove espécies restantes estejam em situação confortável - muito pelo contrário. Apesar de a pesca estar proibida desde 1985, todas elas continuam correndo sério risco de literalmente sumirem do mapa, segundo o Greenpeace, principal organização mundial de defesa do meio ambiente. O animal foi tão perseguido pelo homem ao longo dos últimos nove séculos que precisaria de muito mais tempo e proteção para recuperar o número normal da sua população. Só no século XX, foram mortas mais de 2 milhões de espécimens! O risco de extermínio se agrava ainda mais devido ao fato de o ciclo de reprodução ser extremamente lento: em média, uma fêmea tem apenas um filhote a cada três anos.
A ameaça piorou bastante a partir de 1920, quando o progresso tecnológico colocou duas armas terríveis nas mãos dos caçadores: o arpão que leva na ponta uma granada explosiva e os navios-fábrica, que, em menos de duas horas, transformam uma baleia inteira em toneladas de carne, barris de óleo e outros produtos já embalados. A maior matança em um só ano aconteceu em 1961, quando 70 000 animais foram mortos. A proibição à caça veio para acabar com essa barbaridade, mas os ecologistas denunciam que Noruega e Islândia nunca respeitaram a lei, nem o Japão, que captura cerca de 500 baleias minke todos os anos sob o pretexto de fazer pesquisas científicas. Além disso, os três países, que têm longa tradição no consumo da carne e do óleo desses animais, sempre tentam derrubar a proibição nas reuniões da Comissão Baleeira Internacional (CBI), órgão ligado à ONU.
"Se eles conseguirem isso, a situação, que já é crítica, piorará ainda mais", diz a bióloga Cristina Bonfiglioli, consultora ambientalista independente, ex-Greenpeace, uma das maiores especialistas brasileiras no assunto.
Greenpeace:
GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil. Acesso em: 10 de junho 2010.
São quatro espécies, de um total de 13 existentes no planeta: a baleia azul (Balaenoptera musculus), a cinza (Eschrichtius robustus), a franca do norte (Eubalaena glacialis) e a bowhead, ou cabeça-redonda (Balaena mysticetus). Isso, porém, não significa que as nove espécies restantes estejam em situação confortável - muito pelo contrário. Apesar de a pesca estar proibida desde 1985, todas elas continuam correndo sério risco de literalmente sumirem do mapa, segundo o Greenpeace, principal organização mundial de defesa do meio ambiente. O animal foi tão perseguido pelo homem ao longo dos últimos nove séculos que precisaria de muito mais tempo e proteção para recuperar o número normal da sua população. Só no século XX, foram mortas mais de 2 milhões de espécimens! O risco de extermínio se agrava ainda mais devido ao fato de o ciclo de reprodução ser extremamente lento: em média, uma fêmea tem apenas um filhote a cada três anos.
A ameaça piorou bastante a partir de 1920, quando o progresso tecnológico colocou duas armas terríveis nas mãos dos caçadores: o arpão que leva na ponta uma granada explosiva e os navios-fábrica, que, em menos de duas horas, transformam uma baleia inteira em toneladas de carne, barris de óleo e outros produtos já embalados. A maior matança em um só ano aconteceu em 1961, quando 70 000 animais foram mortos. A proibição à caça veio para acabar com essa barbaridade, mas os ecologistas denunciam que Noruega e Islândia nunca respeitaram a lei, nem o Japão, que captura cerca de 500 baleias minke todos os anos sob o pretexto de fazer pesquisas científicas. Além disso, os três países, que têm longa tradição no consumo da carne e do óleo desses animais, sempre tentam derrubar a proibição nas reuniões da Comissão Baleeira Internacional (CBI), órgão ligado à ONU.
"Se eles conseguirem isso, a situação, que já é crítica, piorará ainda mais", diz a bióloga Cristina Bonfiglioli, consultora ambientalista independente, ex-Greenpeace, uma das maiores especialistas brasileiras no assunto.
Greenpeace:
GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil. Acesso em: 10 de junho 2010.
Baleias
Jerónimo Martins - Líder de Mercado, Não de Soluções
Esta acção decorre poucas semanas depois do lançamento do segundo ranking de supermercados em Portugal que coloca o grupo Jerónimo Martins - com os supermercados Pingo Doce e Feira Nova - em último lugar.
Para a Greenpeace, é incrível que o grupo Jerónimo Martins mostre uma postura tão pouco responsável e tão pouco transparente em relação ao peixe que vende. Quando confrontado com a acção de ontem, a Jerónimo Martins limitou-se a divulgar a posição oficial do grupo, sem clarificar concretamente quais são os princípios sustentáveis que segue em relação ao peixe que comercializa.
Os oceanos estão em crise e é urgente proteger os recursos marinhos do nosso Planeta.
Oceanos - O Preço da Destruição
Nas últimas décadas, temos assistido à devastação rápida da vida marinha do nosso Planeta. A exploração desenfreada e insustentável dos mares e oceanos poderá conduzir, dentro de pouco anos, a uma subida inigualável do preço do peixe e transformar este recurso, tão mais valioso quanto mais escasso, numa relíquia rara a que poucos vão poder aceder.
Nos supermercados Pingo Doce e Feira Nova continuamos, por exemplo, a encontrar espécies como o tubarão - uma espécie em alto risco devido à sobrepesca e pesca acidental. Os tubarões têm uma taxa de crescimento das populações bastante lenta - para além de atingirem a maturidade reprodutiva tardiamente, também produzem poucos juvenis - e por isso são uma espécie que pode ser rapidamente dizimada.
O preço da destruição dos oceanos é alto. Milhões de pessoas em todo o mundo correm o risco de ver desaparecer os recursos de que dependem - e os portugueses não são excepção. A Greenpeace alerta que é urgente acordar para esta crise sem precedentes e passar imediatamente de palavras à acção, de forma a garantir a sobrevivência da vida marinha do nosso planeta.
"Vinte activistas da Greenpeace bloquearam, hoje de madrugada, parcialmente, a entrada na sede do Jerónimo Martins. Com tripés de mais de nove metros de altura à entrada do edifício e um banner gigante suspenso na fachada alerta com a mensagem “Jerónimo Martins destrói os oceanos ”, os activistas dificultaram o “business as usual” do grupo.
Há mais de um ano que a Greenpeace está a tentar entrar em contacto e até hoje sem sucesso. A organização pretende ficar no local até que o grupo assuma a responsabilidade de preservar os recursos marinhos e se comprometa a dar passos concretos para a implementação de uma política de compra e venda de peixe sustentável e transparente. "
Greenpeace:
GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil. Acesso em: 10 de junho 2010.
Esta acção decorre poucas semanas depois do lançamento do segundo ranking de supermercados em Portugal que coloca o grupo Jerónimo Martins - com os supermercados Pingo Doce e Feira Nova - em último lugar.
Para a Greenpeace, é incrível que o grupo Jerónimo Martins mostre uma postura tão pouco responsável e tão pouco transparente em relação ao peixe que vende. Quando confrontado com a acção de ontem, a Jerónimo Martins limitou-se a divulgar a posição oficial do grupo, sem clarificar concretamente quais são os princípios sustentáveis que segue em relação ao peixe que comercializa.
Os oceanos estão em crise e é urgente proteger os recursos marinhos do nosso Planeta.
Oceanos - O Preço da Destruição
Nas últimas décadas, temos assistido à devastação rápida da vida marinha do nosso Planeta. A exploração desenfreada e insustentável dos mares e oceanos poderá conduzir, dentro de pouco anos, a uma subida inigualável do preço do peixe e transformar este recurso, tão mais valioso quanto mais escasso, numa relíquia rara a que poucos vão poder aceder.
Nos supermercados Pingo Doce e Feira Nova continuamos, por exemplo, a encontrar espécies como o tubarão - uma espécie em alto risco devido à sobrepesca e pesca acidental. Os tubarões têm uma taxa de crescimento das populações bastante lenta - para além de atingirem a maturidade reprodutiva tardiamente, também produzem poucos juvenis - e por isso são uma espécie que pode ser rapidamente dizimada.
O preço da destruição dos oceanos é alto. Milhões de pessoas em todo o mundo correm o risco de ver desaparecer os recursos de que dependem - e os portugueses não são excepção. A Greenpeace alerta que é urgente acordar para esta crise sem precedentes e passar imediatamente de palavras à acção, de forma a garantir a sobrevivência da vida marinha do nosso planeta.
"Vinte activistas da Greenpeace bloquearam, hoje de madrugada, parcialmente, a entrada na sede do Jerónimo Martins. Com tripés de mais de nove metros de altura à entrada do edifício e um banner gigante suspenso na fachada alerta com a mensagem “Jerónimo Martins destrói os oceanos ”, os activistas dificultaram o “business as usual” do grupo.
Há mais de um ano que a Greenpeace está a tentar entrar em contacto e até hoje sem sucesso. A organização pretende ficar no local até que o grupo assuma a responsabilidade de preservar os recursos marinhos e se comprometa a dar passos concretos para a implementação de uma política de compra e venda de peixe sustentável e transparente. "
Greenpeace:
GREENPEACE Brasil. Disponível em http://www.greenpeace.org/brasil. Acesso em: 10 de junho 2010.
Assinar:
Comentários (Atom)